Poema da Fereh

tácito

Mais um poema com aliteração! Dessa vez minha inspiração trouxe o “T”. Bacione!

Trinta e Três

Tácito e

Taciturno

Toca a

Tristeza

Tanto e tão

Tímido e

Tonto,

Tosco.

Tudo tem

Trava,

Toma a taça

Tomara que tenha

Tinto.

Tava tão tenso e

Tacanho,

Traça e Tenta

Não tema e nem trema

Trabalha o Tormento

Tudo é teu:

Toma e tomba-te.

 

Fereh Rocha

trinta e três

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8 respostas para Poema da Fereh

  1. Lucas disse:

    Esse aí até bagunçou minhas ideias! E a foto fez bastante sentido para mim… Quase como a materialização das palavras e do que eu senti enquanto lia.

  2. Fereh disse:

    Oi Lucas!
    Você foi a primeira pessoa a ler esse, acho. rs
    Ele é confuso sim.. quase um ode à confusão. Ou confusão de alguéns.
    Obrigada pelos acessos. E a foto complementa mesmo né?

    • Lucas disse:

      Olha que coisa! Será que fui o primeiro mesmo? :) E a foto complementa sim. Já o texto é confuso todavia, porém eu acho que ele te desnuda… Ipsis litteris! Mas isso é uma opinião minha, uma opinião bem particular.

      • Fereh disse:

        O texto traz um português mais complexo sim.
        Mas é bom variar entre os estilos.
        Mas já deixo a dica.
        *Um cara, uma pessoa qualquer se sentindo tímido, tosco, taciturno. Se achando tacanho, mas procurando um caminho.

      • Lucas disse:

        Mas aí é muita dica…

        Eu já disse, né? Que eu vejo o valor do teu blog nisso de incutir, de quase que meter por força no coitado que fica entre a cadeira e o monitor, uma carga de coisas que fazem o horizonte da pessoa se abrir um pouquinho (outra hora eu te explico o motivo do “coitado”).

        Não que as palavras em si sejam de graaande valor – na minha visão, OK? – mas o jeito que elas funcionam como receptor para o dia-a-dia da vida de quem lê é muito legal.

        E aí o receptor amplifica essas coisinhas do cotidiano e permite ao agora não tão coitado olhar elas por um ângulo diferente.

        Infelizmente, eu não posso falar aqui no blog sobre o que da minha vida fez o blend com o teu texto e me permitiu analisar a coisa por uma outra ótica, mas quando a Lilian resolver marcar alguma coisa com todo mundo eu te digo.

        Ahhh… O ótica ali em cima não é em vão. Ótica trata da vista, da visão, da luz que chega ao olho e não do que é concreto. Resumindo: esse teu post é quase uma dose homeopática de LSD. :P

  3. vóva Silda Carbonera disse:

    È confuso sim, mas precisa ter muita cabeça para colocar essa inspiração no gosto que o poema traz . Amei e ouvi os glugegluge do vinho caindo na taça. Parabénsminha linda,

  4. Inês mamis disse:

    Nossa…mto legal, dífícil! li e reli, e aí creio q captei.Cheguei a imagina-lo tomando o tinto e ouvindo uma música d acordo…acho q música d fossa ou romântica! muito bom Fereh!

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